sábado, 19 de novembro de 2011
apresentando o já apresentado
Na maioria das vezes, acontece o contrário. Ou seja, o blog “bomba”,sai da internet e vira livro. Com "Melhor de 3", ocorre o contrário. "O dia-a-dia de um pai de trigêmeos" (subtítulo que torna o título compreensível) primeiro saiu no papel, publicado pela editora Caravansarai, de meus amigos Eliana Leal e Ronald Fucs -- que além de amigo, me espanca regularmente em pelejas de xadrez.
Como vendi poucos livros e acho pouquíssimo provável que se torne um sucesso de vendas, decidi levar o livro para a internet. No lançamento, deixei a noite de autógrafos exausto e exultante. Autografei 137 livros e umas 200 pessoas passaram pelos apertados corredores de uma livraria de Botafogo. Mas depois de vendas fracas nos meses seguintes, Eliana sacou esta pérola para me confortar: “A noite de autógrafos depende do prestígio do autor".
Isso me encheu a bola e foi suficiente para que parasse de buscar razões que justificassem “Melhor de 3” não ser um best-seller. O ano era 2002, meus filhos tinham 4 anos e meio e ainda estava a dois anos de me aposentar. As histórias antecediam em muito, na maioria dos casos, à época da publicação.
Hoje, eles são irascíveis adolescentes de 13 anos, quase 14 anos. Um “Melhor de 3” volume 2? Huuummmmm. Acho que não. Mais provável e justo um “Pior de 3”.
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